Estilo de vida dos desenvolvedores
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A seção a seguir cobre vários aspectos da vida dos desenvolvedores, incluindo a carreira, educação, bem-estar mental e hobbies.
Carreira
Não, TI sempre foi minha área principal
Sim, trabalhei em outra área antes de mudar para TI
Outros
A principal idade para mudar de carreira para TI é a faixa dos 30 anos, que responde por 38% das mudanças de carreira. 46% daqueles que sempre estiveram em TI desde o início das suas carreiras estão na faixa dos 21 aos 29 anos.
79%
71%
Tecnologia, computadores e tudo relacionado a eles sempre foram assuntos interessantes para mim
51%
44%
Meu hobby era programar
49%
44%
Minhas matérias preferidas eram ciência, tecnologia, engenharia e matemática
25%
28%
Adoro enfrentar desafios complexos
24%
24%
Queria criar algo novo, como um videogame ou um site
Curiosamente, entre aqueles que mudaram para a área de TI em vez de começarem nela, muito mais pessoas são atraídas pela ideia de trabalharem remotamente (14%¨contra 6%).
Os três principais aspectos do trabalho não mudaram desde o ano passado: boa duração da jornada de trabalho, boa remuneração e a sensação de que se pode conseguir algo ainda são as três coisas mais importantes para nossos participantes.
Curiosamente, as mulheres dão mais valor que os homens (por seis pontos percentuais) a folgas generosas e à oportunidade de tornar o mundo melhor, mas dizem que uma boa remuneração é importante com menos frequência (por quatro pontos percentuais).
Educação
Os participantes dos 30 aos 39 anos começaram seu treinamento como desenvolvedores em universidades (34%) ou em cursos abertos maciços on-line (MOOCs; 18% em cursos gratuitos e 11% em cursos pagos). A situação entre os participantes na casa dos 20 anos é muito semelhante: 34% em universidades, 23% em MOOCs gratuitos e 11% em MOOCs pagos. As três principais linguagens de programação preferidas por esses participantes foram Python, JavaScript e Java.
TechRepublic
Os resultados da pesquisa mostram que os participantes levam a sério o aprendizado, tanto intencional quanto casual, no decorrer do seu dia de trabalho. Os participantes demonstraram um grande interesse em aprender novas linguagens, com Python, JavaScript e Java além da lista de linguagens que eles começaram ou continuaram a aprender. Mais de 50% daqueles que estão aprendendo novas linguagens fazem isso por interesse, enquanto 44% e 43% dos que estão aprendendo, respectivamente, são motivados por projetos pessoais e por quererem acompanhar as últimas tendências. A popularidade do Python é confirmada pelo índice TIOBE e as atuais explosões das necessidades de IA, automação, análise e visualização de dados em muitas organizações tornam o Python uma linguagem útil para qualquer desenvolvedor.
O TechRepublic capacita os profissionais a conduzirem suas organizações através da tecnologia, com reportagens, insights, matérias especiais, tutoriais e recomendações de produtos confiáveis.
75%
dos participantes já abandonaram um curso ou programa de aprendizado, voltando ou não para terminá-lo depois.
TechRepublic
As respostas à pesquisa também mostram que a maioria dos desenvolvedores (67%) gosta de aprender através da documentação e das APIs. Nenhuma surpresa aí, pois 75% dos participantes disseram que abandonaram cursos ou programas de aprendizado antes do fim, com 46% mencionando falta de tempo e 39% dizendo que o curso não era suficientemente interessante. Estas estatísticas podem indicar que programadores gostam de ganhar conhecimentos básicos de maneiras tradicionais antes de examinarem casos de uso semelhantes aos objetivos de seus projetos.
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Menos de 1 hora por semana
De 1 a 2 horas por semana
De 3 a 8 horas por semana
De 9 a 16 horas por semana
De 17 a 32 horas por semana
32 horas por semana ou mais
Escrito
Vídeo
Áudio
Outros
O conteúdo escrito ainda é a forma mais usada para estudar ciência da computação, mesmo entre os usuários do Zoom. Participantes de 21 a 29 anos que estão mudando sua área primária para TI tendem a preferir conteúdo didático em vídeo (52%) ao conteúdo em texto (44%). Porém, não há diferença significativa nos participantes na casa dos 30 anos. Os participantes cuja área primária era TI tendem a preferir o texto, com uma diferença ligeiramente mais acentuada na faixa dos 30 aos 39 anos (56% para texto e 44% para vídeos) que na faixa dos 21 aos 29 anos (52% contra 47%). Entre os usuários do Zoom, a proporção geral entre vídeo e texto é próxima de meio a meio.
Bem-estar mental
Infelizmente, quase três quartos dos participantes já tiveram burnout em algum momento de suas carreiras. A boa notícia é que perto da metade cuida da sua saúde mental, geralmente aplicando técnicas psicológicas por conta própria. Este ano, decidimos examinar a correlação entre burnout, bem-estar mental e estilo de vida.
Não
Sim, uso técnicas e práticas psicológicas por conta própria
Sim, faço terapia
Sim, tomo medicamentos prescritos
Sim, tomo medicamentos de venda livre
Outros
Os participantes que já tiveram burnout são sete pontos percentuais mais ativamente interessados em sua saúde mental.
Estou ativamente interessado neste tópico
Estou vagamente ciente disso
Sei sobre isso, mas não me interesso pelo assunto
Nunca ouvi falar
47%
daqueles que já tiveram burnout usam aplicativos ou dispositivos de automonitoramento para acompanhar sua atividade física, qualidade de sono e outros parâmetros de saúde, em comparação com 41% daqueles que nunca passaram por esse distúrbio.
8%
23%
Raramente sinto cansaço
23%
28%
Muitas vezes não me sinto cansado durante o trabalho, mas apenas depois de terminar o trabalho
41%
38%
Às vezes sinto cansaço durante o trabalho
16%
7%
Muitas vezes sinto cansaço durante o trabalho
11%
5%
Sempre sinto cansaço
Aqueles que já tiveram burnout sentem-se cansados com mais frequência.
Tirando aumentos de salário, as três principais razões para nossos participantes se sentirem produtivos são o reconhecimento dos colegas, sentir que seu trabalho faz diferença e ter prazer no próprio trabalho. Para nós, isso indica que o desenvolvimento de software tem mais a ver com trabalhar com pessoas do que com tecnologias.
Mais da metade dos desenvolvedores (56%) diz que aprender como usar seu IDE aumenta sua produtividade diária de programação.
Curiosamente, os desenvolvedores que já tiveram burnout dizem mais que sua produtividade diária de programação aumenta em função de fatores ligados à saúde mental, organização pessoal e administração do tempo (46%, contra 42% dos que nunca tiveram burnout), além da administração do estado emocional (25% contra 15%). Porém, dizem menos que sua produtividade de programação aumenta em função do ferramental.
Enquanto isso, aqueles que nunca tiveram burnout apontam mais fatores como aprender o IDE (59%, contra 55% daqueles que tiveram burnout), a organização do trabalho e dos processos (31% contra 28%) e a atualização dos recursos do seu IDE (37% contra 32%).
55%
59%
Aprender a usar meu IDE de maneira mais eficaz
46%
42%
Auto-organização e gestão do tempo
35%
34%
Upgrades de hardware
32%
37%
Upgrade da funcionalidade do meu IDE
28%
30%
Organização do trabalho e dos processos na minha equipe/empresa
Rotina diária
Quase sempre
Frequentemente
Muitas vezes
Às vezes
Raramente
Nunca
Vou fazer uma pausa e esperar ele descongelar.
Ops. Fiz algo errado? Como posso corrigir isso?
Ah, você congelou de novo! Quantas vezes isso vai acontecer?
Aff! Esse IDE não consegue nem lidar com a funcionalidade básica!
Outra coisa
Sim, por diversão
Sim, para o trabalho
Não
Notebook
Desktop
Smartphone
Tablet
Chromebook ou dispositivo semelhante
1
2
3
4
SSD
Uso SSD e HDD igualmente
HDD
Não sei
Vida digital
TechRepublic
Ao consumirem artigos sobre TI on-line, 62% dos participantes consideram os tutoriais úteis para o seu trabalho, seguidos das notícias (55%) e tendências (54%). Os desenvolvedores tendem a acessar notícias sobre TI nas redes sociais (50%), em sites especializados em TI (48%) e no YouTube (45%), onde especialistas e praticantes tendem a fornecer boa parte do conteúdo. Nas redes sociais, os participantes relataram que usam ativamente contas no GitHub (76%), X (antigo Twitter, 48%), LinkedIn (48%) e Stack Overflow (47%). Com a possível exceção do X, essas plataformas estão diretamente ligadas ao aperfeiçoamento e ao aprendizado profissionais. Os desenvolvedores estão buscando conteúdo profissional que os tornem melhores no seu trabalho, prontos e preparados para a próxima novidade.
O TechRepublic capacita os profissionais a conduzirem suas organizações através da tecnologia, com reportagens, insights, matérias especiais, tutoriais e recomendações de produtos confiáveis.
Mídias digitais
Vídeos
Redes sociais
Podcasts
Mídia impressa
Concordo em enviar estatísticas anônimas para todas as minhas ferramentas
Concordo em enviar estatísticas anônimas para a maioria das minhas ferramentas
Concordo em enviar estatísticas anônimas apenas para algumas das minhas ferramentas
Não concordo em enviar estatísticas anônimas para nenhuma das minhas ferramentas
Não me importo independente do caso
Eu me preocupo com como meus dados pessoais são coletados e usados, mas não me esforço muito para influenciar nisso
Eu me preocupo com como meus dados pessoais são coletados e usados, e tomo medidas para me certificar que eles permaneçam privados
Não tenho certeza do que você quer dizer
73%
dos participantes jogam videogames e a idade é um fator determinante: 85% daqueles abaixo de 21 anos praticam esse hobby, mas o número cai para 33% entre aqueles acima de 60 anos.
18 a 20 | 21 a 29 | 30 a 39 | 40 a 49 | 50 a 59 | 60 ou mais | |
---|---|---|---|---|---|---|
85% | 79% | 72% | 66% | 44% | 33% | Sim, claro! |
15% | 21% | 28% | 34% | 56% | 67% | Não |
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